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terça-feira, 11 de outubro de 2016

“Lembrança rural” – Cecília Meireles

Lembrança rural

"Tempos de paz". Gregory Frank Harris
Chão verde e mole. Cheiros de selva. Babas de lodo.
A encosta barrenta aceita o frio, toda nua.
Carros de bois, falas ao vento, braços, foices.
Os passarinhos bebem do céu pingos de chuva.

Casebres caindo, na erma tarde; Nem existem
na história do mundo. Sentam-se à porta as mães descalças.
É tão profundo, o campo, que ninguém chega a ver que é triste.
A roupa da noite esconde tudo, quando passa...

Flores molhadas. Última abelha.Nuvens gordas.
Vestidos vermelhos, muito longe, dançam nas cercas.
Cigarra escondida, ensaiando na sombra rumores de bronze.
Debaixo da ponte, a água suspira, presa...

Vontade de ficar neste sossego toda a vida:
bom para ver de frente os olhos turvos das palavras,
para andar à toa, falando sozinha,
enquanto as formigas caminham nas árvores...

(Cecília Meireles)



Leia também:


"O operário em construção" — Vinícius de Moraes
"Já não se fazem pais como antigamente"— Lourenço Diaféria

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segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Tema de redação – UEMA – 2013

Tema de redação – UEMA – 2013

PRODUÇÃO TEXTUAL

A CIDADE

No dicionário
           
1. aglomeração humana localizada numa área geográfica circunscrita e que tem numerosas casas, destinadas à moradia e/ou a atividades culturais, mercantis, industriais, financeiras.

Fonte: HOUAISS, A. Dicionário Houaiss de língua portuguesa. Rio de Janeiro: Objetiva, 2009. (Adaptado)

Na revista
           
            A população brasileira, no seu modo de ver o mundo, não está preparada para viver em cidades menores. Não há verbas. Não há leis. Não há técnicos. Pensar nas cidades do mundo desenvolvido é elitismo. Na verdade, o ato de pensar, simplesmente, é algo privativo de países acima de determinado nível de renda. Vem, então, alguém [...], ex-prefeito de uma cidade de 8 milhões de habitantes, e prova, ao falar sobre o seu trabalho, que administradores de cidade com realidades parecidas com as nossas têm, sim, a capacidade de raciocinar. Ao contrário de muitos, ele sabe lidar com uma palavra curta, de apenas cinco letras, e indispensável para melhorar qualquer coisa nesta vida: "ideia".

Fonte: VEJA. São Paulo: Abril, set. 2012. (Adaptado)

No site

            É fundamental que a sociedade, o poder público, empresários e todo o cidadão tenham consciência de que é preciso avançar e aproveitar este momento de alto astral em época de grandes eventos, como a Copa do Mundo, Olimpíadas para motivar uma integração. Mudanças políticas em todos os setores abrem as portas para essa integração entre as  favelas e os bairros nos arredores [...] É preciso muito neste caminho para se chegar a uma cidade totalmente integrada. As causas são variadas para o desenvolvimento de uma 'cidade partida', no dizer do escritor Zuenir Ventura. Ela precisa ainda da dimensão social para recuperar a sua fragmentação. Precisa de uma visão de cidadania para essa integração se realizar.

Fonte: RIO DE JANEIRO. Prefeitura Municipal. Cidade Olímpica Rio. Invasão de cidadania para integrar a cidade partida. Disponível em: <http://www.cidadeolimpc.com./>. Acesso em: 7 nov. 2012. (Adaptado)

Na poesia

[...]
Irmãos, cantai esse mundo
que não verei, mas virá
um dia, dentro de mil anos,
talvez mais... não tenho pressa.
Um mundo enfim ordenado,
uma pátria sem fronteiras,
sem leis e regulamentos,
uma terra sem bandeiras
sem igreja nem quartéis,
sem dor, sem febre, sem ouro,
um jeito só de viver,
mas nesse jeito a variedade,
a multiplicidade toda
que há dentro de cada um.
Uma cidade sem portas,
de casas sem armadilha,
um país de riso e glória
como nunca houve nenhum.
Este país não é meu
nem vosso ainda, poetas.
Mas ele será um dia
o país de todo homem.

Fonte: DRUMMOND, C. Antologia poética. Rio de Janeiro: José Olympio, 1995. (Fragmento)

            Nos textos acima, a cidade, definida pelo dicionário, é vista por sujeitos que atuam como intérpretes do mundo num progressivo entendimento de um tempo histórico das cidades. Talento, cultura, bons serviços e integração compõem uma sintonia indispensável para despertar o sentimento de coletividade e desenvolver a 'multiplicidade toda que há dentro de cada um'. No cotidiano de uma cidade, a cada dia, o indivíduo tende a sentir-se mais só, isolado, compelido a governar seu próprio pedaço de chão, ou de mundo. A crença de que 'a união faz a força' deu lugar ao 'cada um por si'.
            Considerando a leitura dos textos motivadores e contextualizando-os na perspectiva histórica atual, redija um texto dissertativo que apresente uma visão crítica sobre o seguinte tema:

UMA COLETIVIDADE ATUANTE RESTAURA UMA CIDADE PARTIDA?

INSTRUÇÕES
O candidato deve:
- usar a norma culta-padrão da língua portuguesa;
- obedecer, obrigatoriamente, ao tema e à tipologia textual indicados;
- atribuir um título apropriado à sua produção textual;
- articular suas próprias informações às ideias apresentadas nos fragmentos motivadores, desenvolvendo seu ponto de vista, de modo a justificar a que conclusão pretende chegar, mantendo, assim, uma coerência argumentativa;
- obedecer ao que consta no Edital a respeito da correção da Produção Textual:
Será atribuída nota zero à prova de Produção Textual (redação) do candidato que: identificar a folha destinada a sua produção textual; desenvolver texto sob forma não-articulada verbalmente (apenas com números, desenhos, palavras soltas); fugir à temática proposta ou sugerida na prova de produção textual; escrever de forma ilegível; escrever a lápis; escrever menos de vinte linhas; deixar a produção textual (redação)em branco”.

Leia também:
Tema de Redação — FUVEST 2015
Tema de Redação — FATEC 2015 — 1º Semestre
Tema de Redação — MACKENZIE 2014


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Tema de redação – UEMA – 2012

Tema de redação – UEMA – 2012

PRODUÇÃO TEXTUAL

            Reconhecer a igualdade entre os indivíduos é a base para o desenvolvimento de uma sociedade mais justa e solidária. O que se pode constatar, no entanto, é que os verbos "usufruir" e "exigir‟ se tornaram cada vez mais fortes no exercício da cidadania. Da mesma forma, é histórica a dificuldade do brasileiro em "cumprir‟ obrigações ou deveres. Na prática, ainda falta muito para que o equilíbrio esteja estabelecido nos pratos dessa balança: de um lado, direitos; de outro, deveres. Cumprir e exigir.

A seguir são apresentados textos que possibilitam uma reflexão sobre o disposto acima.

TEXTO I - O que são os direitos e deveres do cidadão? Antes de qualquer coisa, o que é ser um cidadão?
            Cidadão é aquele que se identifica culturalmente como parte de um território, usufrui dos direitos e cumpre os deveres estabelecidos em lei. Ou seja, exercer a cidadania é ter consciência de suas obrigações e lutar para que o que é justo e correto seja colocado em prática.
            Os direitos e deveres não podem andar separados. Afinal, só quando cumprimos com nossas obrigações permitimos que os outros exercitem seus direitos.

Disponível em: www.brasil.gov.br/ Acesso em 09 de novembro de 2011.

TEXTO II - Cidadania é o direito de ter uma ideia e poder expressá-la. É poder votar em quem quiser sem constrangimento. É processar um médico que cometa um erro. É devolver um produto estragado e receber o dinheiro de volta. É o direito de ser negro sem ser discriminado, de praticar uma religião sem ser perseguido.

DIMENSTEIN, G. O cidadão de papel: a infância, a adolescência e os Direitos Humanos no Brasil. São Paulo: Ática, 1997.

TEXTO III

Proposta

Com base na reflexão decorrente dos textos motivadores e do que você tem vivenciado sobre o assunto, redija um texto dissertativo-argumentativo em norma culta da língua portuguesa, que contemple o seguinte tema:

EXIGIR, MAS NÃO CUMPRIR: QUE CIDADÃO É ESSE?

INSTRUÇÕES
O candidato deve:
- obedecer, obrigatoriamente, ao tema e à tipologia textual indicados;
- atribuir um título apropriado à sua produção textual;
- articular suas próprias informações às ideias apresentadas nos fragmentos motivadores, desenvolvendo seu ponto de vista, de modo a justificar a que conclusão pretende chegar, mantendo, assim, uma coerência argumentativa;
- obedecer ao que consta no Edital a respeito da correção da Produção Textual:

Será atribuída nota zero à prova de Produção Textual (redação) do candidato que: identificar a folha destinada a sua produção textual; desenvolver texto sob forma não-articulada verbalmente (apenas com números, desenhos, palavras soltas); fugir à temática proposta ou sugerida na prova de produção textual; escrever de forma ilegível; escrever a lápis; escrever menos de vinte linhas; deixar a produção textual em branco”.



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Texto: “A Iara” — Monteiro Lobato

A Iara

— Vamos à cachoeira onde mora a Iara — disse. — Essa rainha das águas costuma aparecer sobre as pedras nas noites de lua. É muito possível que possamos surpreendê-la a pentear seus lindos cabelos verdes com o pente de ouro que usa.
— Dizem que é criatura muito perigosa — murmurou Pedrinho.— Perigosíssima — declarou o Saci. — Todo cuidado é pouco. A beleza da Iara dói tanto na vista dos homens que os cega e os puxa para o fundo d’água. A Iara tem a mesma beleza venenosa das sereias. Você vai fazer tudo direitinho como eu mandar. Do contrário, era uma vez o neto de Dona Benta!...
Pedrinho prometeu obedecer cegamente.
Andaram, andaram, andaram. Por fim, chegaram a uma grande cachoeira cujo ruído já vinham ouvindo de longe.
— É ali — disse o perneta, apontando. — É ali que ela costuma vir pentear-se ao luar. Mas você não pode vê-la. Tem de ficar bem quietinho, escondido aqui atrás desta pedra e sem licença de pôr os olhos na Iara. Se não fizer assim, há de arrepender-se amargamente. O menos que poderá acontecer é ficar cego.
Pedrinho prometeu, e de medo de não cumprir o prometido foi logo tapando os olhos com as mãos.
O Saci partiu, saltando de pedra em pedra, para logo desaparecer por entre as moitas de samambaias e begônias silvestres.
Vendo-se só, Pedrinho arrependeu-se de haver prometido conservar-se de olhos fechados. Já tinha visto o Lobisomem, o Caipora, o Curupira, a Cuca. Por que não havia de ver a Iara também? O que diziam do poder fatal de seus encantos certamente que era exagero. Além disso, poderia usar um recurso: espiar com um olho só. O gosto de contar a toda gente que tinha visto a famosa Iara valia bem um olho.
Assim pensando, e não podendo por mais tempo resistir à tentação, fez como o Saci: foi pulando de pedra em pedra, seguindo o mesmo caminho por ele seguido.
Súbito, estacou, como fulminado pelo raio. Ao galgar uma pedra mais alta do que as outras, viu, a cinqüenta metros de distância, uma ninfa de deslumbrante beleza, em repouso numa pedra verde de limo, a pentear-se com um pente de ouro os longos cabelos verdes cor do mar. Mirava-se no espelho das águas, que naquele ponto formavam uma bacia de superfície parada. Em torno dela centenas de vaga-lumes descreviam círculos no ar; eram a coroa viva da rainha das águas. Jóia bela assim, pensou Pedrinho, nenhuma rainha da terra jamais possuiu. A tonteira que a vista da Iara causa nos mortais tomou conta dele. Esqueceu até do seu plano de olhar com um olho só. Olhava com os dois arregaladíssimos, e cem olhos que tivesse, com todos os cem olharia.
Enquanto isso, ia o Saci se aproximando da mãe-d’água, cautelosamente, com infinitos de astúcia para que ela nada percebesse. Quando chegou a poucos metros de distância, deu um pulo de gato e nhoque! furtou-lhe um fio de cabelo.
O susto da Iara foi grande. Desferiu um grito e precipitou-se nas águas, desaparecendo.

(Monteiro Lobato, in “Viagem ao céu e O Saci”)


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Leia também:


"O guardador de rebanhos" — Alberto Caeiro
"Lembrança rural" — Cecília Meireles


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domingo, 2 de outubro de 2016

Tema de redação – UEMA – 2011

Tema de redação – UEMA – 2011

PRODUÇÃO TEXTUAL

Antes de escrever sua produção textual, faça a leitura dos textos apresentados. Eles constituem um ponto de partida para sua reflexão e desenvolvimento de suas ideias, o que é importante para avaliação da prova.

Texto 1 - Adolescentes começam a beber cada vez mais cedo

            No Brasil, 80% dos adolescentes já beberam alguma vez na vida e 22% dos jovens estão sob risco de desenvolver dependência de álcool. O que os pais podem fazer?
            Júlio deu o primeiro gole em uma bebida alcoólica aos 12 anos. O pai deixou que ele experimentasse um pouco de vinho durante um jantar. Aos 14, ele já conhecia os efeitos de um porre. E, aos 16, o estudante acumulava histórias e vexames por conta do excesso de bebida. Desde uma briga com a namorada _ ele foi colocado para fora da festa por um segurança - até um striptease no balcão de um bar. Mas, para os pais, o garoto é um santo. “Na frente deles, em festas de família, eu só bebo moderadamente. Na vida real, para ser descolado, todo mundo tem que beber”, diz. [...]
            Apesar da legislação, a dificuldade para comprar uma bebida é quase inexistente. Ao contrário, a compra é facilitada. [...]
            No cérebro, o álcool age principalmente no hipocampo, pequena estrutura localizada nos lobos temporais, principal sede da memória, segundo explica Célia Roesler, neurologista da Academia Brasileira de Neurologia. “Quando um adolescente bebe muito, acaba causando danos nesse hipocampo. Assim, a memória fica ruim e prejudica o aprendizado e a motivação”, diz Roesler.
            A justificativa geral dos adolescentes para o consumo da bebida durante as saídas é a coragem. “O álcool bloqueia a inibição. Coisas que uma pessoa não faria sóbria, ela faz alcoolizada. E isso é um grande risco”, completa Roesler.[...]
            Os médicos são unânimes em afirmar que o corpo de um adolescente não está preparado para ingestão de bebidas alcoólicas e que não existem doses seguras para o consumo. “Em primeiro lugar, beber em excesso não faz bem para ninguém. Pior para os adolescentes, que estão passando pelo período de crescimento, em que todas as células do corpo estão se desenvolvendo. O álcool envenena todas essas células e pode acarretar danos a todos os órgãos em formação”, diz Maurício Castro de Souza Lima, hebiatra (médico especialista em adolescência) do Instituto da Criança.

Disponível em: <www.vejaonline.com.br/saude>. Acesso em 13 ago. 2010.

Texto 2 - Art. 227. É dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança e ao adolescente, com absoluta prioridade, o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária, além de colocá-los a salvo de toda forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão.

Constituição Federal

PRODUÇÃO TEXTUAL

Você deve ter verificado o que pode advir do uso do álcool pelos adolescentes, uma prática perigosa, conforme explicações e informações de especialistas da área de saúde.
Com base na leitura desses textos, e em outras informações que julgue adequadas, desenvolva um texto argumentativo, em prosa, de acordo com a norma culta da língua, com, no mínimo, 20 linhas, sobre o tema:

Álcool e adolescência - uma preocupação, um desafio para uma sociedade responsável

Orientações:
- Procure apresentar sua argumentação de modo claro e consistente.
- Não escreva em forma de versos nem use linguagem de símbolos ou linguagem não verbal.
- Escreva o texto definitivo à caneta (preta ou azul).

Obedeça ao que consta no Edital no. 113/2010 – PROG/UEMA a respeito da correção da Produção Textual:
Será atribuída nota zero à prova de produção textual (redação) do candidato que: identificar a folha destinada a sua producao textual; desenvolver texto sob forma não articulada verbalmente (apenas com números, desenhos, palavras soltas); fugir à temática proposta ou sugerida na prova de produção textual; escrever de forma ilegível ou a lápis; escrever menos de vinte linhas na folha de redação; desenvolver o texto em forma de verso.

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