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sexta-feira, 8 de março de 2019

TEMA DE REDAÇÃO – FAMERP – 2018

TEMA DE REDAÇÃO – FAMERP – 2018

REDAÇÃO

Texto 1

A Lei de Cotas para Deficientes (Lei no 8.213/91) determina um percentual (de 2% a 5% das vagas no quadro de efetivos) para empresas, a partir de 100 funcionários, contratarem pessoas com deficiência. Apesar de ter completado 25 anos de vigência, a Lei não alcança nem a metade da meta estabelecida pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Isso gera questionamentos sobre quais são as dificuldades para que sejam feitas as contratações, uma vez que há vagas disponíveis.
Uma das barreiras a ser ultrapassada é a forma como as companhias entendem a contratação de pessoas com deficiência. A principal desculpa para não empregar é a de que não são encontrados profissionais qualificados para as oportunidades oferecidas. Entretanto, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), existem quase três milhões de pessoas com deficiência no país com ensino superior, sendo que muitos possuem mestrado e doutorado. Outro ponto em discussão é a maneira pela qual as empresas estabelecem os parâmetros de contratação. Muitas, inclusive, exigem qualificações que não condizem com a realidade salarial.
É claro que a admissão da pessoa com deficiência exige adaptações para cada caso. “Cabe às empresas encontrar a forma mais adequada de incluir o funcionário no quadro de empregados”, diz Mizael Conrado de Oliveira, medalhista paralímpico na categoria futebol de cinco, para cegos, e presidente da Comissão de Direitos das Pessoas com Deficiência da Ordem dos Advogados do Brasil de São Paulo (OAB SP).
Parte significativa das companhias acredita que a contratação de colaboradores com deficiência implica gastos exorbitantes em acessibilidade física e tecnologia assistiva, fato que pode ser rebatido com exemplos de companhias que conseguiram adequar instalações sem comprometer seu orçamento, conforme informação do secretário municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida, Cid Torquato Júnior. De acordo com o secretário, o Brasil conta cada vez mais com ampla diversidade de recursos, inclusive tecnológicos, que auxiliam as pessoas com deficiência em suas atividades. “Muitos deles são gratuitos ou de baixo custo, caso de alguns softwares leitores de tela”, pondera.

(Jornal do Advogado. “Lei de Cotas para Deficientes está longe de atingir metas”. www.oabsp.org.br, 12.04.2017. Adaptado.)


Texto 2

Passados 25 anos de vigência da Lei de Cotas para Deficientes, o que temos para festejar é o nosso sonho de que um dia a realidade social possa ser perfeita. As FAMERP – Conhecimentos Específicos e Redação – Dezembro/2017 pessoas com deficiência não devem ser destinatárias de atos de caridade, mas de políticas públicas e privadas que lhes garantam a dignidade humana.
O não cumprimento das cotas definidas pela Lei tem acarretado a aplicação de multas injustas às empresas, mas não é fácil cumprir a lei por conta da ineficiência das ações estatais. Um exemplo: é comum que uma empresa, depois de enfrentar todas as dificuldades para selecionar um empregado com deficiência, ainda assim não possa contratá-lo pelo fato de não existir um serviço de transporte público nas imediações da empresa que seja adaptado às necessidades da pessoa com deficiência. E a multa sancionada pelo não cumprimento da cota é fixada contra o empresário.
As empresas enfrentam muita burocracia: provar, por laudo, a deficiência do empregado; adotar um programa de acompanhamento para garantir a integração ao ambiente de trabalho; não poder contratar trabalhadores com um único tipo de deficiência – por exemplo, contratar apenas cegos seria discriminação às outras deficiências; não poder exigir experiência anterior, porque existe um débito social com o trabalhador com deficiência; idem quanto à escolaridade; prover as adequações físicas, sendo que as entrevistas, por exemplo, precisam estar aparelhadas com os meios necessários – intérprete de sinais, testes em braile etc.
O não atendimento a essas exigências, assim como o não cumprimento das cotas, pode ser punido com multas pesadíssimas e a negativa de emprego pode ser considerada crime. Temos uma lei atrasada, cujo ideal jamais foi alcançado em 25 anos. Não só as ações oficiais de políticas inclusivas são irrisórias, como temos um sistema apto a sancionar empresas, mas inapto a sancionar o maior devedor social: o Estado.

(Rafael Edson Pugliese Ribeiro. “Lei de Cotas para Deficientes pune empresas por falhas do Estado”. www.noticias.uol.com.br, 19.07.2016. Adaptado.)

Com base em seus conhecimentos e nos textos apresentados, escreva uma dissertação, empregando a norma-padrão da língua portuguesa, sobre o tema:

O fracasso da lei de cotas para deficientes: negligência das empresas ou falha do estado?


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sexta-feira, 1 de março de 2019

GABARITO – EXERCÍCIOS SOBRE VARIEDADES LINGUÍSTICAS

GABARITO – VARIEDADES LINGUÍSTICAS

1 – D
2 – D
3 – A
4 – C
5 – E
6 – B
7 – B
8 – B
9 – A
10 – A
11 – A
12 – D



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quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019

Texto: “Henfil – Carta a Elis Regina”

Henfil – Carta a Elis Regina

Elis,

Tudo bem. Nenhuma pista sobre tua morte. Tipo crime perfeito. Precisa ver. Os perplexos seguem as pegadas duma tal fama assassina que devora seus filhos. Os nascidos nos anos 40 já acham que tá é passando um flautista, convocando a geração "da gente" (Ri! Ri! Ri!). Os legistas chibatam tuas vísceras à cata de comprimidos e tóxicos. 
Tu despistou todo mundo.
Mas eu, eu encontrei a caixa-preta. E vou dormir:
Nós homens te matamos, mulher.
Você dobrou tua voz e venceu. Dobrou teus negócios e venceu. Dobrou tua consciência política e venceu.
Quis ser mulher livre e perdeu...
Nós homens te exigimos alta, linda e gostosa. Nós homens te espancamos a murros e pontapés uma, duas, de dez vezes. Nós homens te obrigamos a lavar roupa e cozinhar pra nos sustentar. Nós homens te forçamos a se humilhar diante do teu povo, cantando de joelhos o hino nacional. Aí, nós homens, sem perguntar, te enterramos no cemitério dos mortos-vivos do Caboco. Mamadô. Nós homens te exibimos em churrascarias. Nós homens te vestimos de azul, vermelho, branco, roxo, amarelo, preto e cortamos teu cabelo curtim feito Joana d"Arc.
E você só queria namorar nós homens.
Mas nós homens não conseguimos namorar uma mulher livre.
Perplexos, quarentões e médicos-legistas!
Podem suspender as diligências.
Tá na caixa-preta: fomos nós, homens.

Henfil Sreet - 27.1.1982


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domingo, 3 de fevereiro de 2019

TEMA DE REDAÇÃO – UFAL – 2012

TEMA DE REDAÇÃO – UFAL – 2012


Textos 

DONO DE EMPRESA FRANCESA ADMITE QUE ADULTEROU GEL DE PRÓTESES DESDE 1993.

Jean-Claude Mas disse à polícia que ludibriava autoridades, escondendo vestígios do produto durante fiscalizações, e classificou vítimas como ‘pessoas frágeis’
06 de janeiro de 2012 | 22h 30 www.estadao.com.br

Andrei Netto, Correspondente em PARIS

O silêncio em torno do escândalo na fabricação de próteses mamárias de silicone da Poly Implant Protheses (PIP) na França foi, enfim, rompido. Trechos de depoimento prestado em outubro pelo proprietário da empresa, Jean Claude Mas vieram a público ontem. Ele disse ter adulterado seus produtos a partir de 1993, usando uma fórmula de gel em lugar de silicone médico.

www.estadao.com.br Cirurgia plástica

MULHERES COM IMPLANTE MAMÁRIO DEVEM PROCURAR MÉDICO, DIZ IMPORTADORA BRASILEIRA

As mulheres que utilizam implantes mamários fabricados pela empresa francesa Poly Implants Protheses (PIP) não estão obrigadas a substituir o produto, mas devem procurar seus médicos. Quem sublinha a recomendação é John Arnstein, diretor comercial da EMI responsável pela importação da prótese. Ele afirma que a decisão do governo francês, divulgada na semana passada, de custear as cirurgias para remoção do implante, não encontrou respaldo nos demais países, até mesmo no Brasil.
"Basta ler a nota da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) sobre o tema", diz Arnstein. O texto da agência brasileira afirma que as pacientes que receberam o implante devem procurar seus médicos e, caso não façam isso, os próprios profissionais de sa devem entrar em contato com as pacientes. Os eventos adversos relacionados ao produto também precisam ser comunicados à Anvisa, bem como sua remoção cirúrgica.

veja.abril.com.br em 27/12/2011

TEMA: ESTÉTICA E SAÚDE: Os riscos que a vaidade proporciona.

Instruções: Para elaborar a sua redação, respeite os seguintes critérios enumerados abaixo.
1. Seu texto será do tipo dissertativo-argumentativo
2. A abordagem do tema não deverá restringir sua reflexão a casos particulares e específicos. 3. Formule uma opinião sobre o assunto e apresente argumentos que defendam seu ponto de vista.
4. Para esclarecer esses argumentos, apresente causas e consequências, exemplos, fatos
5. Conclua, defendendo sua posição.
6. Sirva-se da leitura dos fragmentos apresentados somente para fazer uma reflexão. Não os transcreva como se fossem seus.
7. Responda somente com caneta de tinta azul ou preta e não se identifique com marcas, assinaturas etc. na Folha de da Redação



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TEMA DE REDAÇÃO – UFAL – 2011

TEMA DE REDAÇÃO – UFAL – 2011


Elabore um texto, no qual você desenvolva a proposta apresentada abaixo. Procure adequar seu texto às condições da mídia em que ele vai circular.

Imagine que você tenha que defender o potencial turístico de seu Estado. Faça-o em um comentário a ser publicado em uma revista nacional de turismo.



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segunda-feira, 17 de dezembro de 2018

TORQUATO NETO – POEMAS

TORQUATO NETO – POEMAS

Soneto da contradição enorme

Faço força em esconder o sentimento
Do mundo triste e feio que eu vejo.
Tento esconder de todos o desejo
Que eu não sinto em viver todo o momento

Que passa. Mas que nunca passa inteiro.
Deixa comigo o rosto da lembrança
E o fantasma de só desesperança
Que me empurra e de mim me faz obreiro

De sonhos. Faço força em esconder
Do mundo, a dor, a mágoa e a cabeça
Que pensa tão-somente em não viver.

Faço força mas sei que não consigo
E em versos integral eu me derramo
Para depois sofrer. E então, prossigo.

(Torquato Neto, in "Torquatália)

Desejo

Mas...
se eu pudesse um dia
com as mãos o sol pegar;
a lua apertar entre os meus pés
e
trêmulo de prazer,
em plena Via Láctea, todos os astros reter comigo,
um gozo frenético e sem fim,
apesar de tanta infelicidade
eu chegaria a ter pena de mim mesmo
pois, indiscutivelmente,
eu estaria louco,
demente!

(Torquato Neto, in "Torquatália)

Um dia desses eu me caso com você

de tanto me perder, de andar sem sono
por essa noite sem nenhum destino
por essa noite escura em que abandono
uns sonhos do meu tempo de menino
de tanto não poder mais ter saudade
de tudo o que já tive e já perdi
dona menina, eu me resolvo agora
a ir-me embora pra longe daqui.

um dia desses eu me caso com você
você vai ver, você vai ver
um dia desses, de manhã, com padre e pompa
você vai ver como eu me caso com você

meu tempo de brincar já foi-se embora
e agora, o que é que eu vou fazer?
não tenho onde morar, vou caminhando
sem sono, sem mistérios, sem você;
pra terra onde nasci
não volto nunca mais
e esta cidade alheia tem segredos
que eu faço tudo pra não compreender

meu pobre coração não vale nada
anda perdido, não tem solução
mas se você quiser ser minha namorada
vamos tentar, não é?
não custa nada
até pode dar certo
e se não der
eu pego um avião, vou pra xangai
e nunca mais eu volto pra te ver.

(Torquato Neto, in "Torquatália)

Literato cantabile


Agora não se fala mais
toda palavra guarda uma cilada
e qualquer gesto é o fim
do seu início;

agora não se fala nada 
e tudo é transparente em cada forma 
qualquer palavra é um gesto 
e em sua orla 
os pássaros de sempre cantam assim: 
do precipício: 

a guerra acabou 
quem perdeu agradeça 
a quem ganhou. 
não se fala. não é permitido 
mudar de ideia. é proibido. 
não se permite nunca mais olhares 
tensões de cismas crises e outros tempos 
está vetado qualquer movimento 
do corpo ou onde que alhures. 
toda palavra envolve o precipício 
e os literatos foram todos para o hospício. 
e não se sabe nunca mais do fim. agora o nunca. 
agora não se fala nada, sim. fim, a guerra 
acabou 
e quem perdeu agradeça a quem ganhou.

Agora não se fala nada
e tudo é transparente em cada forma
qualquer palavra é um gesto
e em sua orla
os pássaros de sempre cantam
nos hospícios.

Você não tem que me dizer
O número do mundo deste mundo
Não tem que me mostrar
A outra face
Face ao fim de tudo

Só tem que me dizer
O nome da república ao fundo
O sim do fim
Do fim de tudo
E o tem do tempo vindo;

Não tem que me mostrar
A outra mesma face ao outro mundo
(não se fala. não é permitido:
mudar de ideia. É proibido
não se permite nunca mais olhares
tensões de cismas crises e outros tempos
está vetado qualquer movimento.


(Torquato Neto, in “Os últimos dias de paupéria”)

Bilhetinho sem maiores consequências

Uma retificação, meu bom Vinicius:
Você falou em “bares repletos de homens vazios”
e no entanto se esqueceu
de que há bares
lares
teatros, oficinas
aviões, chiqueiros
e sentinas,
cheinhos (ao contrário)
de homens cheios.
Homens cheios
(e você bem sabe)
entulhados da primeira à última geração
da imoralidade desta vida
das cotidianas encruzilhadas e decepções
da patente inconsequência disso tudo.
Você se esqueceu
Vinicius, meu bom,
dos bares que estão repletos de homens cheios da maldade das
coisas e dos fatos,
dos bares que estão cheios de homens cheios
da maldade insaciável
dos que fazem as coisas e organizam os fatos.
E você
que os conhece tão de perto
Vinicius “Felicidade” de Morais
não tinha o direito de esquecer
essa parcela imensa de homens tristes,
condenados candidatos naturais
a títulos de tão alta racionalidade
a deboches de tão falsa humanidade.

Com uma admiração “deste tamanho”.

Rio, 7/7/62.

(Torquato Neto, in "Torquatália)

Hai ― Kaisinho

caminho no escuro
que é
que eu procuro?

(Torquato Neto)

Cogito

eu sou como eu sou
pronome
pessoal intransferível
do homem que iniciei
na medida do impossível

eu sou como eu sou
agora
sem grandes segredos dantes
sem novos secretos dentes
nesta hora

eu sou como eu sou
presente
desferrolhado indecente
feito um pedaço de mim

eu sou como eu sou
vidente
e vivo tranquilamente
todas as horas do fim.

(Torquato Neto)

Pessoal intransferível

Escute, meu chapa: um poeta não se faz com versos. É o risco, é estar sempre a perigo sem medo, é inventar o perigo e estar sempre recriando dificuldades pelo menos maiores, é destruir a linguagem e explodir com ela. Nada no bolso e nas mãos. Sabendo: perigoso, divino, maravilhoso.

Poetar é simples, como dois e dois são quatro sei que a vida vale a pena etc. Difícil é não correr com os versos debaixo do braço. Difícil é não cortar o cabelo quando a barra pesa. Difícil, pra quem não é poeta, é não trair sua poesia, que, pensando bem, não é nada, se você está sempre pronto a temer tudo; menos o ridículo de declamar versinhos sorridentes. E sair por aí, ainda por cima sorridente mestre de cerimônias, ‘herdeiro’ da poesia dos que levaram a coisa até o fim e continuam levando, graças a Deus.

E fique sabendo: quem não se arrisca não pode berrar. Citação: leve um homem e um boi ao matadouro. O que berrar mais na hora do perigo é o homem, nem que seja o boi. Adeusão.

(Torquato Neto, in "Os últimos dias de Paupéria")

O poeta é a mãe das armas
O Poeta é a mãe das armas
& das Artes em geral —
alô, poetas: poesia
no país do carnaval;
Alô, malucos: poesia
não tem nada a ver com os versos
dessa estação muito fria.

O Poeta é a mãe das Artes
& das armas em geral:
quem não inventa as maneiras
do corte no carnaval
(alô, malucos), é traidor
da poesia: não vale nada, lodal.

A poesia é o pai da artimanha de sempre:
quentura no forno quente
do lado de cá, no lar
das coisas malditíssimas;
alô poetas: poesia!
poesia poesia poesia poesia!
O poeta não se cuida ao ponto
de não se cuidar: quem for cortar meu cabelo
já sabe: não está cortando nada
além da MINHA bandeira ////////// =
sem aura nem baúra, sem nada mais pra contar.
Isso: ar. ar. ar. ar. ar. ar. ar. ar. ar. ar. ar. ar. a
r: em primeiríssimo, o lugar.

poetemos pois

(Torquato Neto, in "Os últimos dias de Paupéria")



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ATENÇÃO: Além das apostilas, o aluno recebe também, GRATUITAMENTE, o programa em Powerpoint: 500 TEMAS DE REDAÇÃO