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terça-feira, 10 de janeiro de 2017

GABARITO – ERROS COMUNS NA LÍNGUA PORTUGUESA – PARTE II

GABARITO – ERROS COMUNS NA LÍNGUA PORTUGUESA – PARTE II

1. caderneta
2. advogados
3. adivinha
4. problemas
5. pernilongo
6. satisfeito
7. tábua
8. camundongo
9. sandália
10. exagero
11. depredaram
12. exacerbado
13. perturbar
14. eletricista
15. meritíssimo
16. frustrados
17. disenteria
18. cerebral
19. espontâneo
20. esplêndido
21. beneficente
22. intitula
23. furúnculo
24. reivindicando
25. croquete
26. bicicleta
27. aerossol
28. manteigueira
29. muçarela
30. companhias

Confira aqui o exercício:


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Prof. Maurício Fernandes da Cunha
Palestra - ENEM 2016
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Tema de redação – UECE – 2014

Tema de redação – UECE – 2014


Esta redação, além de ter caráter avaliativo, constitui uma oportunidade de você expressar suas ideias e sentimentos, atuando como sujeito do discurso.
Imagine uma rocha, firme, segura. Imagine, também, que ela adquiriu o dom da fala.
Agora, crie uma história em que essa rocha se aproxima de um grupo de adolescentes brasileiros e lhes dá conselhos, para que eles se tornem adultos ajustados e seguros.

Observações
1. Imagine sua história com o seguinte título: os conselhos da rocha (Não é necessário transcrever esse título para as linhas da Folha Definitiva de Redação.).
2. Dê à rocha o nome Firmeza.
3. Determine um lugar e uma época em que a história se passou.
4. Na sua narração, conte como adquiriu ela o dom da fala e como foi o encontro com os adolescentes e narre a rocha fornecendo dois conselhos para eles.
O texto deverá ter o mínimo de 20 e o máximo de 25 linhas.




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Tema de redação – UECE – 2013 – 2º semestre

Tema de redação – UECE – 2013 – 2º semestre



Nesta segunda fase do exame vestibular da UECE, uma das capacidades que são avaliadas é a de escrita. Para demonstrar essa capacidade, você deve produzir uma redação, ou seja, deve escrever um texto.
Considerando que “a escrita é um trabalho no qual o sujeito tem algo a dizer e o faz sempre em relação a um outro (o seu interlocutor e leitor) com um certo propósito” (KOCH, 2009. p. 36), apresentamos a você uma situação problema que está em foco atualmente, a seca no Nordeste. Por se tratar de uma realidade que estamos vivenciando neste momento e que tem sido objeto de discussão pelas diversas camadas da população e pela mídia, em seus diferentes meios, como mostram os três textos ilustrativos abaixo, esperamos que essa temática torne sua escrita mais situada, isto é, proporcione a você a oportunidade de agir como sujeito enquanto escreve sua redação.

Carta à presidente

Cara Dilma,
Seja bem-vinda mais uma vez à nossa terra e desfrute da acolhida sincera e atenciosa do povo cearense, ainda que em um momento de calamidade para nós e para todo o Nordeste. Estamos diante de cenas impensáveis para os dias atuais, típicas do século XVII [...] Já não há levas de retirantes a caminho das cidades, mas ainda se veem facilmente o gado morrendo pelo campo, lavouras inteiras perdidas e comunidades à mercê dos carrospipa, angustiadas com a perspectiva de dias piores no segundo semestre [...] É preciso reinventar o semiárido e garantir vida plena ao nosso povo [...]

(Trechos adaptados de carta à presidente Dilma – Jornal O Povo – 02.04.2013.)

Comissão geral começa a debater seca nesta semana

O Centro de Estudos e Debates Estratégicos da Câmara encerrou na última terça-feira, 30, série de quatro reuniões preparativas para a comissão geral que vai discutir a seca no Nordeste. O evento vai reunir parlamentares e especialistas na próxima quarta-feira.
A ideia é levar para o debate propostas de ações concretas para ajudar a população a conviver com a seca que se repete com frequência na região. A tecnologia transforma países como a Austrália, onde há grandes períodos de estiagem, em produtores agrícolas economicamente viáveis. Há pesquisas desenvolvidas pela Embrapa para aumentar a resistência das culturas agrícolas à seca. “É importante fazer (sic) plantas que sejam resistentes à baixa precipitação pluviométrica. Está sendo feito um estudo pela Embrapa sobre o café, a soja, o feijão, o arroz, o trigo, o algodão e tantos outros produtos que podem trazer rentabilidade”.

(Jornal O Povo – 05.05.2013 – Texto adaptado)

AQUARELA NORDESTINA - ROSIL CAVALCANTI

No Nordeste imenso
Quando o sol calcina a terra
Não se vê uma folha verde
Na baixa ou na serra
Juriti não suspira
O lambu seu canto encerra
Não se vê uma folha verde
Na baixa ou na serra
Acauã bem do alto
Do pau-ferro canta forte
Como que reclamando
Sua falta de sorte
Asa Branca sedenta
E vai chegando na bebida
Não tem água, a lagoa
Já está ressequida
E o sol vai queimando
Brejo, sertão, Cariri e
Agreste
Ai, ai Meu Deus!!!
Tenha pena do Nordeste
Ai, ai Meu Deus!!!
Ai, ai Meu Deus!!!

Instrução 1 - Partindo de seu próprio conhecimento sobre a seca e utilizando os subsídios oferecidos pelos textos ilustrativos, escreva uma carta ao Centro de Estudos e Debates Estratégicos da Câmara dos Deputados, posicionando-se sobre o fato de, em pleno 2013, ainda se registrarem calamidades decorrentes da seca, que é um fenômeno climático característico da Região. Apresente argumentos que justifiquem seu posicionamento e proponha soluções que possam ser viáveis para minimizar o problema.

Instrução 2 - Imagine uma comunidade da região Nordeste que, a partir de pesquisas e experiências positivas em outras localidades, vence todos os obstáculos provenientes do tipo de solo e de clima e consegue sobreviver satisfatoriamente. Crie os personagens e as ações que tornaram possível essa experiência positiva e conte essa história.

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GABARITO – ERROS COMUNS NA LÍNGUA PORTUGUESA – PARTE I

GABARITO – ERROS COMUNS NA LÍNGUA PORTUGUESA – PARTE I

1. mortadela
2. iogurte
3. cadarço
4. salsicha
5. lagarto
6. cuspir
7. aviso prévio
8. lagartixas
9. berinjela
10. rocambole
11. entretido
12. prazerosas
13. rupestres
14. aterrissou
15. padrasto
16. madrasta
17. besouro
18. basculantes
19. mendigos
20. asteriscos
21. menos
22. empecilho
23. privilégio
24. estupro
25. cabeleireiros
26. sobrancelha
27. duzentos
28. digladiando
29. bandeja
30. caranguejo

Prof. Maurício Fernandes da Cunha
Bienal do Livro - 2014
www.veredasdalingua.blogspot.com.br

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Erros comuns na língua portuguesa – Parte I
Erros comuns na língua portuguesa – Parte II
Erros comuns na língua portuguesa – Parte III

Erros comuns na língua portuguesa – Parte IV
Uso de "Se não" e "Senão"
Orações Subordinadas Adjetivas
Formas Nominais do Verbo


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quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

Tema de redação – UECE – 2013 - 1º semestre

Tema de redação – UECE – 2013 - 1º semestre

Prezado(a) Candidato(a),
Nesta seleção de 2013.1, recorremos a uma afirmação de Rui Tavares, já citada na prova de redação de 2011.2. Para esse historiador e cronista português, “O ideal universitário é as ideias. Ideias sobre como são as coisas, sobre como funcionam, sobre como deveriam funcionar, ideias sobre ideias”. Como já dissemos naquela ocasião, em concordância com o autor, é de ideias que tratamos quando lhe pedimos que escreva um texto. É de ideias que você, como aspirante a uma vaga nesta universidade pública, deve saber tratar, uma vez que a sociedade espera sua contribuição para o debate de problemas que a afetam.

O problema a ser tratado nesta prova é o da MOBILIDADE URBANA.
Leia os textos 1 e 2, que abordam essa questão e, em seguida, desenvolva uma das sugestões de escrita, considerando que seu texto será divulgado nas redes sociais.

Sugestão A: Escreva um texto argumentativo, tratando da mobilidade urbana como um problema cuja solução diz respeito a todos os segmentos da sociedade.

Sugestão B: Escreva uma crônica futurista, falando da sua cidade no próximo século. Considere as soluções que serão desenvolvidas para a mobilidade urbana.

TEXTO 1  - Ricardo Abramovay, professor titular do Departamento de Economia da FEA, do Instituto de Relações Internacionais da USP e pesquisador do CNPq e da Fapesp, escreve o seguinte artigo publicado no jornal Folha de S. Paulo em 14-12-2011.

Mobilidade versus carrocentrismo

Automóveis individuais e combustíveis fósseis são as marcas mais emblemáticas da cultura, da sociedade e da economia do século XX.
A conquista da mobilidade é um ganho extraordinário, e sua influência exprime-se no próprio desenho das cidades. Entre 1950 e 1960, nada menos que 20 milhões de pessoas passaram a viver nos subúrbios norte-americanos, movendo-se diariamente para o trabalho em carros particulares. Há hoje mais de 1 bilhão de veículos motorizados. Seiscentos milhões são automóveis.
A produção global é de 70 milhões de unidades anuais e tende a crescer. Uma grande empresa petrolífera afirma em suas peças publicitárias: precisamos nos preparar, em 2020, para um mundo com mais de 2 bilhões de veículos.
O realismo dessa previsão não a faz menos sinistra. O automóvel particular, ícone da mobilidade durante dois terços do século 20, tornou-se hoje o seu avesso.
O desenvolvimento sustentável exige uma ação firme para evitar o horizonte sombrio do trânsito paralisado por três razões básicas.
Em primeiro lugar, o automóvel individual com base no motor a combustão interna é de uma ineficiência impressionante. Ele pesa 20 vezes a carga que transporta, ocupa um espaço imenso e seu motor desperdiça entre 65% e 80% da energia que consome.
Em segundo lugar, o planejamento urbano acaba sendo norteado pela monocultura carrocentrista. Ampliar os espaços de circulação dos automóveis individuais é enxugar gelo, como já perceberam os responsáveis pelas mais dinâmicas cidades contemporâneas.
A consequência é que qualquer estratégia de crescimento econômico apoiada na instalação de mais e mais fábricas de automóveis e na expectativa de que se abram avenidas tentando dar-lhes fluidez é incompatível com cidades humanizadas e com uma economia sustentável. É acelerar em direção ao uso privado do espaço público, rumo certo, talvez, para o crescimento, mas não para o bem-estar.
Não se trata  terceiro ponto  de suprimir o automóvel individual, e sim de estimular a massificação de seu uso partilhado. Eficiência no uso de materiais e de energia, oferta real de alternativas de locomoção e estímulo ao uso partilhado do que até aqui foi estritamente individual são os caminhos para sustentabilidade nos transportes. A distância com relação às prioridades dos setores público e privado no Brasil não poderia ser maior.
(Texto adaptado.)

TEXTO 2 - 8 PRINCÍPIOS DA MOBILIDADE URBANA SUSTENTÁVEL

Habitável hoje, sustentável no futuro.
Os princípios aqui delineados visam inspirar-nos para melhorar a qualidade de vida nas cidades hoje, enquanto asseguram sua viabilidade amanhã. A cidade bem-sucedida do século XXI será repleta de escolhas, incluindo transporte não-motorizado, pós-combustível fóssil, como opções de deslocamentos. O programa As Cidades Somos Nós convida equipes de projetistas de dez cidades do mundo para aplicar esses princípios em dez locais especialmente selecionados. Nosso desejo é que esses princípios sirvam como inspiração para as autoridades nacionais e locais em todo o mundo.
1. ANDAR A PÉ: desenvolver ambiência urbana que estimule o caminhar
Diminuir a largura das ruas a atravessar; enfatizar a segurança e o conforto do pedestre; incentivar atividades ao rés-do-chão e criar espaços públicos adequados à convivência e ao relaxamento.
2. USAR A BICICLETA: priorizar redes de ciclovias e ciclo faixas
Desenhar ruas que propiciem conveniência e segurança para o ciclista; providenciar estacionamento seguro para as bicicletas públicas e privadas.
3. CONECTAR: criar sistemas compactos de ruas e caminhos
Criar redes densas de ruas e travessas com alta permeabilidade para pedestres e bicicletas; criar vias de alta capacidade para carros assim como passagens e áreas verdes para estimular o transporte não motorizado.
4. TRANSPORTAR: prover transporte coletivo de alta qualidade
Garantir um serviço de transporte frequente, rápido e direto; estabelecer, no mínimo, um corredor de alta capacidade com linhas exclusivas para o transporte público que estejam a uma distância alcançável a pé para 80% da população; localizar estações de transporte, locais de moradia, trabalho e serviços que estejam a uma distância que possa ser percorrida a pé entre eles.
5. MISTURAR: planejar o uso misto do espaço urbano
Harmonizar moradia, comércio e serviços; oferecer parques e atividades de lazer em espaços públicos ao ar livre.
6. DENSIFICAR: estabelecer correspondência entre densidade urbana e capacidade do sistema de transporte
Adaptar a densidade à capacidade do sistema de transporte; maximizar a capacidade do sistema de transportes.
7. COMPACTAR: criar regiões compactas, coesas e bem conectadas
Reduzir o espraiamento focando o desenvolvimento em áreas já ocupadas ou a ela adjacentes; fazer coexistir, no mesmo espaço, trabalho e moradia para evitar deslocamentos desnecessários.
8. PROMOVER MUDANÇAS: aumentar a mobilidade regulando o estacionamento e o uso das vias
Reduzir o número de estacionamentos para desestimular o uso de automóveis particulares nos horários de pico do trânsito; ajustar a cobrança de taxas pelo uso do automóvel segundo hora do dia e destino.  www.ascidadessomosnos.org/Index.html



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